Padrões
- 22 de nov. de 2016
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Se tem uma coisa que me deixa inquieta por tamanha injustiça é essa coisa de padrões. Me diga porque deixar de seguir 1Timóteo 2:9-10 de maneira total e sem mais de longas para ficar colocando limites em vestes dignas de respeito apenas por não serem como as da maioria. Me diga porque implicar com a música que o outro vai ouvir apenas pelo cantor não falar “Glória a Deus” umas vinte vezes. Me diga porque falar que o outro está errado por praticar algo que você não pratica desde que nasceu porque seu pai sempre te ensinou que está errado mas se for procurar na bíblia não há proibição alguma do tipo. Para tudo há limites, assim como há limites entre algo santo e algo impuro, há limites entre algo santo e religião exacerbada. Não se preocupe, eu não sou a favor de tudo, tampouco prego o feminismo (pelo contrário) mas pera lá, cada um sabe o que dá e o que tira paz do seu coração. Meu amigo, julgar não é legal! Não tire a santidade de alguém que não faz nada por mal, de alguém que sem querer as vezes erra, mas também pode ser que não erre e apenas por não ser igual a maioria é taxado como pecador.
Essa frase que diz “Como essa roupa ficou linda pra você! Só não use na igreja, lá não é lugar.” não passa pela minha garganta, sério, não consigo engolir isso de maneira alguma. Se pode fora da igreja por que não pode dentro também? Se é errado não pode em lugar nenhum. Mas se e não for errado? Por que usar em qualquer lugar menos na igreja? Será que é porque padrões ficam nos limitando a nos sentirmos nós mesmos dentro do lugar que é no nosso favorito? Que nada e nem ninguém nos impeça de estar feliz dentro do templo. Que ninguém nos sirva como pedra de tropeço. Foque em ser parecido COM CRISTO. Como diz a Marcela Taís: Ame mais, julgue menos.
“Cada um examine os próprios atos, e então poderá orgulhar-se de si mesmo, sem se comparar com ninguém (…)” Gálatas 6:4

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